Arte-como-Sintoma versus Arte-como-Tecnologia
Art-as-Symptom versus Art-as-Technology
O discriminante entre produção compulsiva e autorreferencial de imagem, e produção intencional orientada à transmissão de um estado.
Definição desenvolvida
Arte-como-Sintoma é produção compulsiva e fechada: a obra contém um estado no produtor, sem transmiti-lo. Arte-como-Tecnologia é produção intencional orientada ao receptor, usando o caos como matéria-prima para engenharia de estados transmissíveis.
Quatro critérios estruturais distinguem os dois modos: protocolo, orientação ao receptor, profundidade multicamada, e abertura hermenêutica. O discriminante opera independentemente da qualidade estética.
Conceitos que dependem deste
- O Protocolo Formal do Espelho OntológicoThe Formal Ontological Mirror Protocol
Art-as-Symptom versus Art-as-Technology
The discriminant between compulsive, self-referential image production, and intentional production oriented toward transmitting a state.
Art-as-Symptom is compulsive, closed production: the work contains a state within the producer, without transmitting it. Art-as-Technology is intentional, receiver-oriented production, using chaos as raw material for engineering transmissible states.
Four structural criteria distinguish the two modes: protocol, receiver orientation, multilayered depth, and hermeneutic openness. The discriminant operates independently of aesthetic quality.