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Arquitetura Institucional da Governança Farmacológica

Institutional Architecture of Pharmacological Governance

A documentação histórica de que a consolidação do modelo biomédico dominante, da fundação da AMA em 1847 às classificações Schedule I de 1970, seguiu lógica de consolidação de mercado, não apenas de saúde pública.

Definição desenvolvida

A fundação da American Medical Association em 1847 é caracterizada, a partir de declarações registradas nos próprios anais da associação, como orientada primariamente à consolidação de mercado profissional. O Relatório Flexner de 1910, oficialmente descrito como reforma da educação médica, teve como autor uma pessoa sem formação médica, e seu resultado documentado foi a eliminação de práticas concorrentes e a consolidação de uma monocultura farmacológica.

Essa arquitetura se conecta à cadeia regulatória subsequente, incluindo o Harrison Narcotics Act de 1914 e as classificações Schedule I de 1970, que reclassificaram como sem uso médico aceito substâncias da mesma classe molecular que o organismo humano sintetiza em seu próprio córtex, conforme estabelecido pela coevolução molecular endógena.

EscalaI · Somático
DisciplinaEconomia política da saúde
Linha de pesquisa de origemInvolução Iatrogênica
DOI10.5281/zenodo.18444295

Pré-requisitos

Conceitos que dependem deste

Institutional Architecture of Pharmacological Governance

The historical documentation that the consolidation of the dominant biomedical model, from the AMA's 1847 founding to the 1970 Schedule I classifications, followed a market consolidation logic, not solely a public health one.

The founding of the American Medical Association in 1847 is characterized, based on statements recorded in the association's own annals, as primarily oriented toward professional market consolidation. The 1910 Flexner Report, officially described as medical education reform, was authored by a person without medical training, and its documented outcome was the elimination of competing practices and the consolidation of a pharmacological monoculture.

This architecture connects to the subsequent regulatory chain, including the 1914 Harrison Narcotics Act and the 1970 Schedule I classifications, which reclassified as having no accepted medical use substances from the same molecular class that the human organism synthesizes in its own cortex, as established by endogenous molecular coevolution.

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