Soberania Farmacológica
Pharmacological Sovereignty
O direito do organismo de se relacionar com os sistemas moleculares aos quais evoluiu para responder, segundo protocolos validados por longa tradição de uso, tratado como questão de direito e integridade corporal.
Definição desenvolvida
A partir da coevolução molecular endógena e da auditoria da arquitetura institucional que restringiu o acesso a certos compostos, esta tese fundamenta o conceito de Soberania Farmacológica: o direito do organismo de se relacionar com sistemas moleculares aos quais evoluiu para responder, segundo protocolos desenvolvidos e validados ao longo de milênios de uso empírico por tradições específicas, sem exigir permissão institucional de um aparato cujos documentos fundadores contêm admissões explícitas de motivação econômica.
Esse conceito integra a mesma família da soberania cognitiva e da soberania neuro-ontológica desenvolvidas em outras linhas do corpus: todas tratam autonomia biológica e cognitiva como questão de direito, auditável estruturalmente.
Pré-requisitos
- Arquitetura Institucional da Governança FarmacológicaInstitutional Architecture of Pharmacological Governance
- Auditoria da Hipótese SerotoninérgicaAudit of the Serotonergic Hypothesis
Pharmacological Sovereignty
The organism's right to relate to the molecular systems it evolved to respond to, according to protocols validated by long tradition of use, treated as a matter of law and bodily integrity.
Building on endogenous molecular coevolution and the audit of the institutional architecture that restricted access to certain compounds, this thesis grounds the concept of Pharmacological Sovereignty: the organism's right to relate to molecular systems it evolved to respond to, according to protocols developed and validated over millennia of empirical use by specific traditions, without requiring institutional permission from an apparatus whose founding documents contain explicit admissions of economic motivation.
This concept belongs to the same family as the cognitive sovereignty and neuro-ontological sovereignty developed elsewhere in the corpus: all treat biological and cognitive autonomy as a matter of right, structurally auditable.