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Identidade digital cai no Reino Unido e o Drex é congelado

Em 2025 e 2026 duas políticas que alimentavam o temor de controle econômico recuaram por custo, exclusão e segurança. A tese liga o tema a uma estatística do BIS que não diz o que ela afirma.

IOPNO · Simbólico · 30 de outubro de 2026

Em uma fraseo plano britânico de identidade digital obrigatória foi descartado em 2026, o Drex brasileiro ficou congelado em 2025, e nenhum dos dois debates, nas fontes lidas, aparece em termos religiosos.

Em setembro de 2025, o governo britânico anunciou que todos os residentes teriam uma identidade digital, apelidada de "BritCard", de início obrigatória para provar o direito de trabalhar. Segundo a Al Jazeera, em janeiro de 2026 a obrigatoriedade foi abandonada em favor de um sistema voluntário. Em 20 de julho de 2026, o gabinete de Andy Burnham, que assumia o governo naquela segunda-feira, disse que descartaria o esquema, mantendo serviços digitais separados e redirecionando cerca de 1,8 bilhão de libras previstas para três anos. A Digital Poverty Alliance comemorou pelo risco de exclusão digital, o grupo Together disse que "o trabalho não está terminado", e o Tony Blair Institute, que defende a identidade digital, viu na reversão uma oportunidade perdida. A matéria não menciona objeções religiosas nem a "marca da Besta".

A tese lê o versículo "ninguém pode comprar ou vender sem a marca", de Apocalipse 13:17, como acesso econômico condicionado e liga isso a uma estatística: 91% dos bancos centrais pesquisados pelo BIS em 2024 estariam "desenvolvendo ativamente" moedas digitais programáveis. O estudo existe: Advancing in tandem, Papel 159 do BIS, de 22 de agosto de 2025. Foram consultados 93 bancos centrais, e 91%, ou 85, exploram uma moeda digital de varejo, de atacado, ou as duas, com o trabalho de atacado mais avançado. A página não menciona programabilidade. No Brasil, a Forbes Brasil relatou em 4 de novembro de 2025, com fonte anônima, que o Banco Central avisou os participantes do Drex de que a infraestrutura em blockchain seria desativada, e o projeto ficaria "congelado". Os motivos citados são custo e segurança.

A leitura do O.I.N.O.R.

A Tabela 2 da tese lista o poder identificado com a Besta em cada época, de Nero ao papado, aos impérios coloniais, aos Estados totalitários e à infraestrutura digital, e vê nisso uma estrutura que se repete. A leitura alternativa, a de que cada geração projeta o medo que tem no símbolo disponível, explica o mesmo ciclo, e nenhum dado da tabela separa as duas. O caso britânico mostra como essas políticas são discutidas de fato: os argumentos são custo, exclusão e privacidade, e a mesma identidade que uns veem como controle outros defendem como proteção contra a exclusão.

A passagem do BIS tem três saltos. Explorar não é desenvolver. A moeda de atacado não é a que chegaria a uma pessoa na loja. E "programável" é uma opção de projeto, não uma característica universal. O recuo do Drex mostra o oposto do processo inevitável que a seção pressupõe. Nada disso elimina a discussão legítima sobre programabilidade, privacidade e direito, que continua aberta.

Nota de rigor. lemos a reportagem da *Al Jazeera*, a página de resumo do BIS e a matéria da *Forbes Brasil*, esta com fonte anônima. Não abrimos o relatório completo do BIS.

Fontes

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